Publicada em 13/08/13
Mobiliário Urbano De Lisboa Deve Ser Dividido Em Dois Lotes
Empresa espanhola CEMUSA deseja que licitação contemple dois lotes para a cidade
Embora ainda faltem dois anos para a realização de uma nova licitação para o Mobiliário Urbano da cidade de Lisboa, os maiores interessados europeus começaram a se movimentar para tentar influenciar a forma como a mesma será realizada.
A CEMUSA, multinacional espanhola e uma das maiores empresas desse segmento no mundo defendeu, nesta semana, que a licitação contemple a exploração publicitária do mobiliário urbano em Lisboa dividindo a cidade em dois grandes lotes. Um negócio muitíssimo interessante que, mesmo conquistando apenas 50% desse mercado, deve faturar algo em torno de 10 milhões de euros. A CEMUSA defende essa possibilidade por enfrentar uma séria crise com perdas acumuladas desde 2008.
O mobiliário urbano da capital portuguesa está dividido sob a responsabilidade da francesa JCDecaux, outra potência nessa área, e a CEMUSA. As duas operam o setor depois de um acordo com a administração da cidade que pôs fim a um contencioso entre as duas empresas.
Jorge Luiz Mussolin


